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Sem novos defensivos, Europa terá 40% menos alimentos

 A produção agrícola da Europa pode ser reduzida pela perda de ferramentas de proteção de safra, pois regras ‘restritivas’ para defensivos na União Européia vão retirar mais produtos do mercado do que se pode repor, afirmou no último dia 23 um representante da Associação de Proteção de Safra (CPA, na sigla em inglês).O custo e a burocracia envolvidos no lançamento de novos produtos de proteção agrícola para o mercado da Europa estão se tornando proibitivos” – disse o executivo-chefe da CPA, Dominic Dyer.

Para a CPA, pesquisar, desenvolver e registrar cada novo ingrediente ativo leva pelo menos nove anos, envolve até 200 estudos científicos sobre impactos à saúde e ao meio ambiente, além de custar cerca de 300 milhões de euros. “Nenhum setor da indústria baseado em pesquisa pode operar eficientemente ou fazer pesquisas de longo prazo e tomar decisões de desenvolvimento de investimento diante dos custos crescentes e continuamente incertos do processo de registro na União Européia” – acrescentou Dyer.

O organismo, que representa a indústria de defensivos do Reino Unido, alertou que a produção de alimentos na Europa será prejudicada se legisladores de Bruxelas não adotarem uma ‘abordagem com base na ciência’ para definir os níveis de risco dos pesticidas. A CPA avalia que a perda dos importantes fungicidas triazóis pode afetar a produtividade das lavouras de trigo em até 20%. A associação entende que, sem defensivos modernos, 40% da produção agrícola de alimentos poderá ser perdida por problemas com doenças, nematoides, plantas daninhas e pragas.

 Fonte: Agência Estado (25 nov. 2011)

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