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Gênero Tubixaba: espécies e interesse agrícola de T. tuxaua

Já ouviu falar de Tubixaba tuxaua? Por que tem esse nome? Qual é a sua importância atual no Brasil?  

Vários usuários do site  nematologia.com.br tem buscado informações no Google/Internet utilizando as palavras Tubixaba ou Tubixaba tuxaua. Por isso, este post foi preparado contendo dados básicos sobre os nematoides do gênero Tubixaba, com ênfase a T. tuxaua, inclusive a respeito de sua importância agronômica. Para acessar o texto (PDF), clique na imagem abaixo e, se necessário, no Adobe PDF Reader ajuste o zoom para 100%.

 

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3 Respostas
  1. Fui eu quem descobriu esse nematóide, em Marechal Cândido Rondon – PR, em 1981. Chamei a pesquisa para classificá-lo. Nunca citaram meu nome. Uma lástima!

    • admin disse:

      Caro Sr. J. Marcos

      Nada tenho a ver com o assunto, mas, como ex-orientado do falecido Dr. Lordello e ex-colega do Dr. Monteiro, os dois descritores de Tubixaba tuxaua, posso lhe assegurar que sempre foram corretíssimos ao atribuir crédito (embora isso não seja necessário ou obrigatório!) a quem coletou as amostras das quais se obteve os exemplares da população-tipo de uma eventual nova espécie de fitonematoide. Repito que tal informe não tem de constar de nenhuma descrição original de espécie animal; fica a cargo do descritor mencionar tal dado, ou não, isso quando dispõe dele. No caso de T. tuxaua, os dois colegas receberam várias amostras oriundas da sua região no PR desde 1976, das quais foi possível obter espécimes desse nematoide. O tamanho excepcional desse “novo nematoide” já era comentado entre os nematologistas desde bem antes de sua descrição ser completada em 1979 e publicada em inglês, em 1980. Entre os vários disponíveis para estudo, os exemplares utilizados como tipos, conforme citado na descrição da espécie, foram os coletados/ fornecidos pela já falecida nematologista da Embrapa/Soja – Dra. Helenita Antonio – em março de 1977, ai na região de M. Rondon, onde ela realizou muitas visitas técnicas e montou experimentos. Os exemplares, portanto, usados na descrição da espécie não foram coletados em 1981 de modo algum, pois o trabalho foi publicado em 1980 e os autores demoraram quase dois anos (1978/79) preparando tal estudo. É possível que os nematoides que o Sr. coletou até tenham sido usados em alguma outra investigação, talvez de colegas do IAPAR, que também publicaram artigos sobre tal nematoide em 1983. Se os enviou à ESALQ, onde atuavam os descritores Monteiro e Lordello, devem ter sido apenas incorporados à coleção nematológica do Departamento na época, pois em 1981 já se dispunha de bastante material desse nematoide, inclusive era mostrado corriqueiramente em aulas práticas para ilustrar a excepcionalidade de suas dimensões para uma espécie habitante do solo. Espero ter oferecido alguma contribuição ao assunto, que aliás nem me diz respeito. Cordialmente. LCFerraz

  2. Candido Athayde disse:

    Como ex-aluno do professor LCFerraz (Esalq) respaldo suas explicações e confirmo a seriedade e o cuidado dos descritores aludidos, os quais jamais deixariam de dar os devidos créditos às pessoas que de fato houvessem contribuído com a identificação desse novo nematóide.

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