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C. elegans – em um verme, as travas do envelhecimento.

Na edição de outubro de 2013 da revista Pesquisa FAPESP (capa ao lado) inclui-se oportuna matéria, de Carlos Fioravanti, tratando de projeto de pesquisa em desenvolvimento na Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) intitulada “Em um verme, as travas do envelhecimento”. Usando o nematoide Caenorhabditis elegans como modelo experimental, recurso ainda pouco comum nas pesquisas nacionais, os autores do estudo verificaram que exemplares vivendo em meio de cultura contendo certo antibiótico viveram de 9% a 19% mais (equivalente a até 10 dias extras) do que aqueles que não receberam. Tal ampliação na expectativa de vida não decorre de ação do fármaco sobre bactérias, das quais inclusive o nematoide se alimenta, mas por aumentar a produção e atividade da enzima Dicer e de pequenas moléculas conhecidas como microRNAs. Como são muitos os componentes a afetar o processo de envelhecimento nos seres vivos, deve-se considerar as aplicações do corrente estudo como ainda restritas, embora positivas e animadoras, uma vez que os microRNAs são estruturas que estão relacionadas tanto às melhorias observadas em certos processos como no agravamento de outros (tumores da próstata, por exemplo). O Dr. Marcelo Mori, docente da Unifesp, trouxe material de C. elegans dos Estados Unidos há dois anos, após trabalhar com o verme em Harvard em 2007, e hoje mantém uma coleção de 50 linhagens em estufa de sua instituição. Para conferir a matéria na íntegra, como publicada na Pesquisa FAPESP, clique na imagem.

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