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Estudantes brasileiros: o eterno drama do Inglês

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Não é novidade alguma; mais uma vez, repete-se o fato. Inconformado, desgastado e meio que sem saber o que fazer a respeito, o governo federal teve de reconhecer que elevado percentual de bolsistas do “Ciência sem Fronteiras” está em vias de retornar ao Brasil, após um ano ou mais no Exterior, sem ter cursado qualquer disciplina das áreas em que se inscreveram. Isso porque, mesmo após esse período, continuam sabendo muito pouco de inglês e, portanto, sem mínima condição de frequentar as matérias científicas específicas. O nível baixo de fluência no idioma exigido para admissão no programa é tido como uma das causas de tal problema, que vai agora se agravando. Uma das alternativas pensadas para que não se perca tanto investimento seria estender a permanência de tais estudantes por mais 6 meses (às custas do contribuinte, como já ocorre) na tentativa de que possam ainda mostrar progressos ou vir a cursar disciplinas em outras línguas, mais acessíveis, e reduzir o impacto negativo de tal quadro. Para ler a matéria (PDF), clique na imagem acima.

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