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Excelência & aplicação: o difícil equilíbrio da pesquisa

exp2020

Lá, na Europa, como cá, no Brasil, a questão se revela a mesma: o difícil equilíbrio a se encontrar – entre a excelência científica e o interesse do mercado – na apresentação de projetos de pesquisa aos órgãos de fomento e/ou agências financiadoras. O programa Horizonte 2020 de estímulo à investigação e inovação científica é, de longe, o maior da União Europeia, com dotação da ordem de 80 mil milhões de euros para sete anos. Tal perspectiva de apoio financeiro tem chamado a atenção de pesquisadores dos vários países componentes de comunidade europeia, haja vista a grande variedade  de temas/linhas de pesquisa submetidos. Carlos Moedas, gestor do programa, em entrevista recente, indagado sobre a suposta prevalência de projetos ligados aos interesses de empresas privadas sobre aqueles rotulados como ciência pura, acena com o discurso usual de que estes merecerão a mesma atenção que aqueles, destacando inclusive que alguns ganhadores do prêmio Nobel dos últimos anos se incluem no perfil de cientistas devotados a estudos tidos como básicos, e não necessariamente aplicados. Será? A conferir. A propósito, qualquer semelhança com situação observada no Brasil em relação às FAPs e outros órgãos financiadores não será mera coincidência. (Colaborador: Dr. Manuel Mota – Univ. de Évora)

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