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Sobre a fitopatogenicidade do “nematoide dos citros”

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Descrita em 1913 nos E.U.A., a espécie Tylenchulus semipenetrans ficou mundialmente conhecida como o “nematoide dos citros” (citrus nematode). Embora já nos anos seguintes Thomas tivesse provado a sua patogenicidade às plantas cítricas naquele país, por muito tempo houve quem a considerasse não prejudicial; isso pode estar ligado ao fato de que em muitos casos, os sintomas indiretos (= da parte aérea) decorrentes da nematose – de desfolha, perda de vigor e redução na produtividade – só se manifestassem após 8-10 anos da instalação do pomar e, ainda assim, nem sempre de forma evidente, o que caracterizava quadro referido como “declínio lento”.

A escassez de estudos a campo comprobatórios da fitopatogenicidadetyle52c motivou que em vários países, inclusive no Brasil, por décadas fosse protelada a elaboração de normas restritivas à produção de mudas livres de T. semipenetrans, com consequências danosas à citricultura. Um raro estudo experimental de campo em que os danos causados pelo nematoide foram cabalmente evidenciados – de Engle & Scoggan (1991) – já foi tratado em post publicado neste site em julho de 2012. Aqui destacamos outra pesquisa nessa linha desenvolvida na Universidade da California/Riverside, por Baines & Clarke (1952), não obstante mais antiga e realizada sob condições controladas, dada a carência de artigos a citar quando se trata do assunto. Reduções variáveis de leve a severa foram obtidas pelos autores no crescimento das plantas inoculadas (fotos) conforme as espécies de citros testadas. Para acessar/ler/salvar o PDF do artigo, clique aqui (aguarde até carregar o arquivo que tem 4 Mb!).

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