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Ditylenchus dipsaci: com ele é “bobeou-dançou”!

O chamado ‘nematoide dos caules e bulbos’, Ditylenchus dipsaci, foi primeiro relatado no Brasil no final da década de 1970, na região Sul. Causou grande preocupação durante vários anos e se tornou alvo de estudos por diversos nematologistas do País na ocasião, inclusive dissertações e teses. Com o passar do tempo, verificou-se que era prejudicial de fato quase somente à cultura do alho, com raros casos de infecção em cebola a campo. Por essa razão, tornou-se conhecido no Brasil, mais recentemente, como o “nematoide do alho”.

Os danos mais severos e perdas de expressão ficaram limitados aos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, adquirindo contorno de problema fitossanitário regional. Em matéria recente de TV, veio a notícia de danos e perdas significativos em plantações de alho no município de Rio Grande (RS), onde a cultivar Quitéria, bastante suscetível ao nematoide, é uma das mais utilizadas. Na reportagem, os sintomas da nematose no campo, diretos e reflexos, ficam muito evidentes e comentários sobre as possíveis medidas de controle são oferecidos por técnicos da Emater/RS e pelo colega Dr. Cesar Bauer Gomes, da Embrapa/Pelotas. Confira! É nóis na tela de novo! E os nematoides que não dão trégua aos agricultores. Até mesmo com espécies que parecem permanecer “adormecidas” por bons períodos no cenário fitossanitário, como D. dipsaci, é assim: bobeou, dançou!

 

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