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DIRETORIA DA SBN: Comunicado # 01. Anuidades.

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Caros colegas/sócios,

cerca de 70% dos sócios da SBN ainda não pagaram a anuidade de 2018.

É preciso lembrar que as várias iniciativas promovidas pela entidade, a manutenção/ aprimoramento do site nematologia.com.br e o próprio funcionamento regular da entidade dependem de recursos e, neste contexto, o pagamento das anuidades é muito importante.

Para quitar a sua anuidade visite o link http://nematologia.com.br/pagina-exemplo/pagamentos/via-boletos-bancarios/

Se você mudou de endereço, era estudante e agora é profissional ou houve alguma outra mudança, envie os seus dados atualizados para secretariadasbn@gmail.com. Para conferir os seus dados atuais, utilize o link: http://nematologia.com.br/pagina-exemplo/lista-socios/membros-atuais/

Sociedade Brasileira de Nematologia

Segue o maio das defesas nematológicas: Monica Lau

No último dia 25 de maio, houve mais uma defesa de tese com tema nematológico. Agora foi a vez de Monica Lau da Silva Marques, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Agronomia da UFG e orientada da Profa. Dra. Mara Rubia da Rocha. O trabalho acadêmico intitulou-se “Resistência de pimenteiras (Capsicum spp.) a Meloidogyne enterolobii“, tendo a candidata sido aprovada após a arguição realizada por banca examinadora constituída pelos Drs. Patrícia Guimarães Santos Melo (UFG), Jadir Borges Pinheiro (Embrapa Hortaliças), Jessica da Mata dos Santos Monteiro (Pós-Doutoranda na UFG) e Fernando Godinho Araújo (IF Goiano – Campus Urutaí), na foto a seu lado e da orientadora.

Dada a reconhecida importância econômica de M. enterolobii no País, e a sua relevância comprovada no parasitismo de hortaliças, o estudo conduzido reveste-se de evidente interesse e atualidade, em particular no que concerne ao manejo da espécie pelo cultivo de plantas resistentes. Por isso, aguarda-se, com a possível brevidade, a disponibilização online do PDF da tese para que os resultados obtidos na pesquisa possam ser incorporados, divulgados e utilizados pelos nematologistas em geral.

Desejamos à Monica, sucesso na continuidade de sua caminhada na Nematologia. Aos membros da banca examinadora e à orientadora, ficam os agradecimentos pela dedicação ao ensino, que é mister para o crescimento da pesquisa e avanço da ciência em nosso País.

Depressão e ansiedade em pós-graduandos: novo alerta!

Mais uma matéria, com status de editorial, foi publicada em 9 de maio passado na revista Nature tratando dos alarmantes números aferidos no tocante à incidência de doenças mentais, incluindo depressão e ansiedade, entre pós-graduandos e até mesmo em seus orientadores acadêmicos.

Scientist looking in refrigerator in research lab
Em nova abordagem sobre o assunto, que tem sido recorrente em suas publicações recentes, a Nature informa que possibilitou, nas seções de “Carreiras e Comentários”, que estudantes universitários e cientistas compartilhassem as suas experiências pessoais com a maior honestidade possível. Dizem os editores do conceituado periódico que, a propósito das taxas alarmantes de problemas de saúde mental relatados por pós-graduandos, convidaram tais pessoas a contarem suas histórias online, através de formulários confidenciais, recebendo respostas impressionantes. “Nossos editores esperavam encontrar alguns exemplos de sucesso que pudessem compartilhar, no entanto, quase sem exceção, as mais de 300 histórias que recebemos foram de pessoas que mostravam estar necessitando, e muito, de apoio”. A grande maioria dos que responderam era de estudantes de pós-graduação e de pós-doutorandos, mas houve vários pesquisadores estabelecidos profissionalmente que salientaram terem sido já também afetados por dificuldades emocionais ou até problemas de saúde mental.
Nesse contexto, em março último, o Conselho de Financiamento do Ensino Superior da Inglaterra anunciou que investirá 2 milhões de dólares na aplicação de programas visando melhorar a saúde mental de estudantes em 17 universidades locais, alguns deles destinados a treinar os orientadores de PhD, aperfeiçoando-os nas estratégias adotadas para a adequada supervisão de seus estudantes. Esse aspecto foi considerado muito relevante, na medida em que “a existência de um relacionamento disfuncional entre supervisor e estudante” foi uma das queixas mais comuns citadas pelos que responderam ao formulário aplicado. Para ler a matéria (em inglês) na íntegra, clique aqui.
No Brasil, sobretudo, esperamos que os estudantes pós-graduandos percebam, portanto, que tais dificuldades são mundiais. Por isso, tendo consciência das ainda limitadas ações para contornar tais problemas aqui e em outras partes do planeta e de que, na pós-graduação, as reservas econômicas são reduzidas e não permitem o pagamento a terapeutas, antes de qualquer atitude drástica, os estudantes que vivenciem dificuldades emocionais devem se lembrar que amigos são figuras existentes nas vidas de todos! Na vida universitária, em tese, todos formam uma grande família e uma boa conversa pode muitas vezes ajudar a “mudar o rumo dos acontecimentos”, a “enxergar as coisas sob outra ótica, sob outro ponto de vista”. Pelo menos, é preciso tentar! [JMCC]