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Você viu ? Zika coloca Brasil em matéria da Nature

Desde 2015, a celeuma causada pelos efeitos decorrentes da doença viral aguda genericamente chamada de Zyka tem colocado o Brasil em destaque nos principais jornais, magazines e até periódicos científicos internacionais. Agora foi a vez de os editores da prestigiada revista Nature incluir matéria intitulada “Brazil’s birth-defects puzzle” na sua secção de Epidemiologia. Não é notícia sobre Nematologia, mas é assunto sério e traz à tona a preocupação mundial atual com as pesquisas sobre essa problemática tão ligada ao Brasil. Para conferir o interessante artigo, de autoria de Declan Butler, em formato PDF, clique aqui !

“The PhD Factory” ou “A Fábrica de PhDs”

The PhD Factory: this editorial/forum article by Cyranoski et al. (2011), published in the Education section of Nature, deals with a global issue that has caused a lot of discussion. Click here to access/ save/ download it, then read and think about !phdfac

A fábrica de PhDs: com tal título (The PhD Factory, em inglês), foi publicado interessante artigo tipo editorial ou fórum, de Cyranoski e colaboradores, na revista Nature em 2011. Por tratar de tema muito polêmico, causou, e continua a causar, amplas discussões. Afinal, há espaço ainda para se continuar a formar tantos PhDs no mundo atual? São eles necessários? Para conferir/ salvar o texto original em inglês clique aqui; depois, leia com atenção e reflita a respeito.

Nature abre seus artigos para livre visualização

A Nature, uma das publicações científicas mais tradicionais, com artigos que datam de 1869 (ano da sua fundação) atualmente em 48 revistas derivadas, anunciou a abertura do seu conteúdo para visualização gratuita. Mas há uns detalhes importantes nessa iniciativa. Segundo a Macmillan Science and Education, a editora que publica a Nature, os artigos científicos poderão ser visualizados em uma plataforma de software chamada ReadCube, similar ao iTunes, que exibe versões somente para leitura dos PDFs dos artigos. Em outras palavras, por ali não é possível imprimir ou mesmo copiar o conteúdo. Por outro lado, a plataforma permite anotações e incentiva o naturefreecompartilhamento dos comentários feitos por colegas da área, além de poder ser baixado para consulta local, offline, usando o software da ReadCube. O uso gratuito das fotos está condicionado à adoção de um código de incorporação complexo se comparado à inserção pura e simples de uma imagem via HTML.

Tino Hannay, diretor da Digital Science, o braço digital da editora responsável pela iniciativa, “já sabemos que os pesquisadores compartilham conteúdo, geralmente escondidos nos becos da Internet ou por práticas desengonçadas e demoradas”. Mas, há outro motivo além desse, como aponta Richard Van Noorden: a crescente demanda pela gratuidade dos fundos de pesquisa. A própria Nature tem “lacunas” para isso, mas elas são bem restritas – basicamente, quando os autores ou seus financiadores bancam a publicação do paper. O que, por sua vez, não é um negócio que se possa classificar de barato: segundo Philip Campbell, editor-chefe da Nature, os custos internos de publicação ficam entre US$ 31 e US$ 47 mil por paper. Por isso a dinâmica de cobrança dos assinantes (pesquisadores e bibliotecas, em geral) é mais viável.

As reações ao anúncio da Nature, ainda segundo Van Noorden, tem sido mistas. A preocupação dos insatisfeitos é que os manuscritos arquivados independentemente da editora, como ocorre hoje, não têm limitações de impressão ou salvamento; já na plataforma da Nature, isso acontecerá (texto original por Rodrigo Ghedin).