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Sócios corporativos da SBN: convite a empresas !

Sócios corporativos da SBN: convite a empresas

No atual Estatuto da Sociedade Brasileira de Nematologia (SBN), aprovado durante em 2016, várias modificações foram procedidas, mas a categoria de sócios corporativos foi mantida de modo a contemplar empresas e firmas com interesses ligados à Proteção de Plantas – em especial, a Fitonematologia – e, eventualmente, à própria Produção Vegetal. Em vista disso, e pelo fato de algumas empresas, incluídos laboratórios de análises nematológicas, terem procurado a SBN buscando maior aproximação, e até filiação, a atual Diretoria Executiva da entidade vem formalizar um convite a que mantenham contato visando à construção de diálogo que possa nortear futuras relações proveitosas a ambas as partes. Os tempos atuais estão a exigir uma interação maior entre as instituições, no sentido de se poder alcançar sucesso em metas e objetivos comuns. 

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Nesse sentido, o Dr. Ricardo M. Souza, na qualidade de Presidente da SBN, coloca o e-mail presidenciadasbn@gmail.com ao dispor de empresas vinculadas ao Agronegócio, em especial daquelas com produtos e serviços envolvendo o levantamento, identificação, manejo e outras atividades ligadas aos nematoides, para que enviem mensagens apresentando propostas de criação de um projeto de interesse comum, que possam ser avaliadas e possivelmente embasar admissão futura como sócios corporativos. Ficamos no aguardo !

O Ensino da Nematologia: o esperado e necessário Raio X

Preocupado com a situação do ensino da Nematologia, em especial da Fitonematologia, nas instituições de ensino superior brasileiras e de outros países sul-americanos, o Prof. Dr. Ricardo Moreira de Souza (UENF-RJ), com equipe de colaboradores, iniciou exaustiva pesquisa a respeito do tema durante a primeira década do corrente século. O cenário era de notórias dificuldades, verificando-se problemas de naturezas distintas, entre os quais: não inclusão de aulas sobre fitonematoides em quaisquer disciplinas da área de Fitossanidade em vários cursos de graduação ligados às Ciências Agrárias; pouca ou nenhuma familiaridade de docentes com a especialidade nematológica; carência de literatura básica (em português) e de material didático para utilização pelos docentes menos experientes no preparo de aulas teóricas e práticas; sobrecarga de atividades sobre os docentes, com  obrigatoriedade de lecionamento de outras disciplinas/assuntos além da Nematologia; e muito mais.

A partir da apresentação, pela primeira vez, dos dados já compilados sobre o tema (no CBN-2011, em Brasília), o Dr. Ricardo passou a publicar resultados impressionantes e bem elucidativos a respeito do real status do ensino da Nematologia ao nível de graduação no Brasil e em alguns países vizinhos. Clique sobre as duas imagens acima para acessar tais pesquisas. Estudo mais recente dentro dessa linha, agora relativo à Nematologia no âmbito da pós-graduação brasileira, vem de ser publicado na revista Nematoda, também com subsídios relevantes, merecedores de atenta leitura e reflexão. Clique na imagem abaixo, para acessar o PDF desse trabalho !

Várias ações têm sido implantadas nos últimos anos pela SBN visando à gradativa correção de algumas dessas dificuldades, como o fornecimento de kits didáticos (2013-15) e as realizações de Encontros Regionais e Cursos de Atualização a Docentes (2014-17) em diversas regiões do País, objetivando maior aproximação e/ou inserção dos docentes “nematológicos” em relação à entidade e à comunidade nematológica como um todo. Em 2016, projeto que visa estimular maior produção e edição de livros nematológicos redigidos em português foi lançado, já com três obras disponibilizadas (duas delas, gratuitas) e outras com lançamento próximo ou em fase de preparação. Embora não restritos a tais docentes, mas também voltados a eles, iniciou-se, há pouco, ciclo de Cursos de Redação Científica, destinados ao aperfeiçoamento na elaboração e publicação de suas pesquisas.

Portanto, o exame desses três trabalhos de Souza e colaboradores – uma acurada e autêntica radiografia do ensino nematológico no Brasil e América do Sul – deve constituir tarefa inadiável, aos nossos estudantes/kids e profissionais, pois a responsabilidade por melhoria ampla e decisiva no assunto não deve, nem pode, ser apenas da Diretoria da SBN, ou caber a uns poucos abnegados, mas de todos os adeptos da especialidade! Vamos lá!

I Curso de Redação Científica: avaliar e colher frutos

Conclui-se em Recife (PE), neste 4 de maio, o I Curso de Redação Científica, realizado nas dependências da UFRPE, em promoção da Instituição através de seu Programa de Pós-Graduação em Fitopatologia e da Sociedade Brasileira de Nematologia (SBN). Vale ressaltar o apoio oferecido à SBN na iniciativa e a grande colaboração na organização do evento dada por membros do citado Programa, tendo sido essencial nesse aspecto a participação da colega Dra. Lilian Guimarães. Outros, como os Drs. Sami Michereff (ao centro, na foto abaixo) e Sandra Maranhão, também contribuíram e participaram inclusive do curso, ficando consignados – a todos – os agradecimentos da Diretoria Executiva da SBN, através de seu Presidente, Ricardo M. Souza.

Uma breve avaliação sobre o evento, apoiada em posts anteriores aqui publicados, permite constatar: i) a grande demanda existente em relação a tal tipo de iniciativa, corroborada pelo preenchimento total das 80 vagas disponibilizadas bem antes do prazo final para as inscrições; ii) as notórias carências de muitos de nossos pós-graduandos e profissionais (docentes/pesquisadores) no domínio das boas normas de redação científica visando ao emprego em trabalhos acadêmicos e artigos submetidos à publicação nos periódicos de alto impacto; iii) a adequação do “Método Lógico para a Redação Científica” utilizado pelo ministrante (Prof. Dr. Gilson Volpato, à esquerda na fotomontagem acima) na abordagem do tema e desenvolvimento do curso, com equilibrada associação entre preleções teóricas e atividades práticas, sendo que, nestas, os participantes utilizavam textos/manuscritos próprios para imediata aplicação dos subsídios ministrados [neste particular, clique na foto abaixo para assistir vídeo contendo depoimentos de quatro participantes a respeito do curso]; e iv) a evidente pertinência da promoção de novos eventos congêneres no País, não apenas pela SBN (que até já cogita patrocinar, pelo menos, uma segunda edição para o corrente ano) como por associações científicas coirmãs e entidades afins.