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Banco de Teses: quase chegando aos 200 títulos !

Nunca é demais repetir ser o Banco de Teses do site da SBN um dos serviços mais acessados pelos usuários. A demora na publicação de artigos decorrentes de trabalhos de dissertação e/ou tese associada à eventual dificuldade de localização destes através de serviços de busca online tornam atrativas consultas à versão original de tais estudos. Nesse contexto, a disponibilização na íntegra de trabalhos acadêmicos tratando de temas nematológicos na forma de arquivos PDF, por seus autores ou pelas IES em que foram defendidos, acaba resultando bastante útil aos estudantes e profissionais interessados em tomar ciência dos resultados contidos nessas publicações.

Com esse espírito, há alguns anos passou-se a compilar um “Banco de Teses” neste site, destinado a incluir links diretos aos endereços eletrônicos de PDFs de dissertações e teses ditas “nematológicas” (no geral,  relativas a fitonematoides e NEPs), com indicação dos autores, locais das defesas e títulos dos trabalhos. Com a presente inserção de mais dez itens, chegamos a 194 (cento e noventa e quatro) títulos, aproximando-nos da cifra de 200 ! No grupo ora incluído no “tabelão” do Banco estão os trabalhos acadêmicos de Adriana Aparecida Gabia (FCA)Camilla Martins de Oliveira (UFG), Carmem L. Abade (UFRPE), Franciele Alves Carneiro (FCAV), Lara Caroline B. M. Mota (UFU), Liege Slomp (UNAERP), Marylia Gabriella Silva Costa (FCA), Oelton Ferreira Rosa Jr. (UFU), Samara Lorâine Soares da Silva (UFMT)Victor Hugo Moura de Souza (ESALQ). São vários os assuntos tratados nas pesquisas, de básicos a aplicados. Confira, pois, também na Nematologia, ler é aprender! Para acessar, clique aqui!

Banco de Teses do Site da SBN: já são 180 títulos !

Um dos serviços aqui oferecidos mais requisitados pelos usuários, conforme monitoramento pelo PMetrics, é o Banco de Teses, que agora chega aos 180 (cento e oitenta) títulos, todos com links diretos aos PDFs dos trabalhos ou aos endereços eletrônicos em que se acham disponíveis na Internet. As dissertações e teses ora alistadas foram defendidas em IES de todas as regiões brasileiras e tratam de temas muito diversos, mas predominantemente sobre fitonematoides e NEPs. Nesta última etapa de inclusões, foram adicionados os trabalhos acadêmicos de Adriana V. Schwan/UFMS, Alain D. de Sousa/UFRPE, Aluízio Tavares Cordeiro Neto/UFRPE, Guilherme Resende de Camara/UFES, Jean Kleber de Abreu Mattos/UnB, Keyla Cosme da Silva/UFPI, Lilian Bortoluzzi/ UNIOESTE, Patrícia Ângelo de Barros/UFRPE, Rivanildo Junior Ferreira/FCAV e Sara Inácia de Matos/UNIR. Para acessar direto e agora, clique aqui !

Como boa parte dos trabalhos acaba não sendo publicada na íntegra, ou tal demora meses/anos para acontecer, a consulta ao original e sua eventual citação como referência bibliográfica tem se tornado recurso cada vez mais comum entre os nematologistas, em especial pós-graduandos. Confiram e aproveitem! E os autores/orientadores que ainda não nos encaminharam os links para os PDFs de suas dissertações e teses que o façam o quanto antes. Queremos chegar logo aos 200

5 ANOS DO SITE DA SBN: conheça alguns números !

O site da SBN (http://nematologia.com.br), no formato atual dentro da plataforma WordPress, completou cinco anos de atividades no final de julho p.p.. Embora montado em abril de 2011, só ficou completo em termos funcionais e passou a ter monitoramento de acessos (Google Analytics e PMetrics) em julho daquele ano. Sendo os seus maiores objetivos o oferecimento e a prestação de serviços aos usuários – predominantemente estudantes e profissionais adeptos da Nematologia, além de produtores rurais – é desejável que, de tempos em tempos, estes sejam informados sobre o desempenho do site no cumprimento de tais metas. Assim, vão aqui alguns dados iniciais sobre a demanda pelo site, coligidos para o período de 31/7/2011 a 31/7/2016. Clique nas imagens e amplie-as e confira os números!

Durante o quinquênio, houve 145.121 (cento e quarenta e cinco mil e cento e vinte e um) acessos, com média anual de quase 30.000. Usuários oriundos de 142 países foram registrados e os quatro com maiores números de acessos foram o Brasil (132.076 ou 91,01%), Estados Unidos (2438 ou 1,68%), Portugal (1404 ou 0,97%) e Argentina (1392 ou 0,96%). Todos os continentes estiveram representados e, em termos de regiões continentais, a América do Sul liderou amplamente (92,89%), seguindo-se a América do Norte (1,74%), o Sul Europeu (1,34%), o Norte Europeu (0,83%) e as demais regiões. Dentro da América do Sul, o Brasil ficou à frente, seguido de Argentina, Paraguai e Peru.
Na figura de abrangência global, estão também evidenciadas as áreas de maior concentração dos acessos dentro dos países. Em relação às cidades de onde provieram os acessos, ou melhor, nas quais se localizavam os servidores que coletaram e identificaram as origens deles, apenas uma dentre as 50 líderes não era do Brasil, tratando-se de Dundee (Escócia), que ficou em 44º lugar (figura ao alto). Cidades brasileiras com faculdades de Engenharia-Agronômica ou institutos de pesquisa ligados às ciências agrárias se destacaram. Houve muitos acessos também de áreas em que o agronegócio é bem desenvolvido (Rondonópolis, Sinop, Barreiras, Cascavel, Campo Grande, Uberaba, Palmas).

Confira ainda, abaixo, figura com os estados ou localidades onde se concentraram os mais altos índices de usuários dos Estados Unidos, da Argentina e de Portugal.