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Dissertação defendida na UFV: Andressa R. Fonseca

Na última terça-feira (24/7), a estudante de pós-graduação Andressa Rodrigues Fonseca, orientada pela Profa. Dra. Dalila Sêni Buonincontro, defendeu sua dissertação de mestrado junto ao Departamento de Fitopatologia da Universidade Federal de Viçosa. 

Andressa, engenheira agrônoma formada também pela UFV, apresentou com sucesso a pesquisa intitulada “Efeito de extratos de Crotalaria retusa e Euphorbia heterophylla sobre Meloidogyne javanica” diante de banca examinadora que contou, além da orientadora, com a participação do Dr. Antônio Jacinto Demuner e da Dra. Thalita Suelen Avelar Monteiro. Os envolvidos na defesa podem ser vistos na foto.

Mais uma contribuição ao acervo fitonematológico nacional é dada pela UFV, razão pela qual cumprimentamos à instituição por permitir que a parceria formada pela Dra. Dalila e a nova Mestre em Fitopatologia, Andressa, concluísse com êxito essa etapa acadêmica. Que os responsáveis pelo estudo, também aqui parabenizados, possam disponibilizá-lo como PDF o quanto antes, para que seus resultados fiquem ao alcance e possam ser utilizados pelos demais nematologistas do País é a nossa expectativa. E a Nematologia não deixa de caminhar …

Kids: “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”

O kid nematológico Clemen de Oliveira, atualmente mestrando em Fitopatologia na Universidade Federal de Viçosa, foi convidado a realizar os experimentos de seu projeto de pesquisa do programa de mestrado em uma das universidades estrangeiras mais conceituadas em Nematologia, a University of Florida (UF), nos Estados Unidos, sob supervisão do Dr. Johan Desaeger. O convite ao Clemen veio depois de suas idas e vindas nos congressos da ONTA e SON realizados em Michigan (EUA), Montreal (Canadá) e Porto Rico (ver fotos) e das constantes conversas com o pesquisador, que se impressionou com o grande entusiasmo evidenciado pelo kid brasileiro em ampliar os conhecimentos na especialidade.

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Em julho de 2017, durante o evento da ONTA em Porto Rico, o convite foi feito e  o processo de regularização formal do mestrado sanduíche então iniciado, concluindo-se somente neste mês de novembro. Clemen irá passar um ano na UF e retornará para defender sua dissertação na UFV. Segundo a programação estabelecida, irá trabalhar principalmente com a identificação e o manejo de Aphelenchoides spp. em plantações de morango no estado da Florida. Bom exemplo de que os kids por vezes têm de reviver o famoso refrão musical: “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Oportunidade surgiu, correr atrás é a ordem! Felicidades, Clemen !

Esclarecendo: a questão Rizoflora – Rizotec – Stoller

A questão Rizoflora – Rizotec – Stoller

Em tempo recente, temos observado consultas neste site a posts publicados há mais de três anos e que tratavam de aspectos ligados à Rizoflora Biotecnologia,  empresa incubada (= startup) da Universidade Federal de Viçosa (UFV), responsável pela produção do bionematicida Rizotec. Pelo menos duas mensagens enviadas por usuários do site a este administrador solicitavam maiores detalhes a respeito da situação atual dessa empresa e do referido produto biológico. Em vista disso, por oportuno, esclarecemos que, em junho de 2016, a empresa norte-americana Stoller adquiriu o controle acionário da Rizoflora, tornando-se sócia majoritária e passando, desde então, a manter o bionematicida Rizotec como um dos produtos de seu portfolio. O Rizotec, formulado à base de isolado do fungo Pochonia chlamydosporia e originalmente desenvolvido através de estudos conduzidos pelo Dr. Leandro Grassi de Freitas (docente/pesquisador/nematologista da UFV) e sua equipe (foto) no âmbito da Rizoflora, já está oficialmente regularizado e disponível para uso comercial no Brasil. 

A propósito da negociação firmada, o Dr. Leandro afirmou que “a parceria com uma multinacional americana com grande reconhecimento no mercado é um passo além, pois dá a oportunidade de que uma pesquisa feita na UFV seja utilizada pelos agricultores e ajude a toda população brasileira a consumir produtos mais saudáveis, ao lado de auxiliar a sociedade a construir uma mentalidade biológica sustentável”. Já o CEO da Stoller, Rodrigo de Oliveira, opinou na ocasião que “sabíamos que o resultado das pesquisas na UFV certamente seria um produto de altíssima tecnologia, que passou por todos os testes necessários antes de ser lançado no mercado, tendo a segurança de que  irá atender as expectativas do agricultor”.